Neste livro, os sentimentos sobressaem. Os gladíolos são muito vaidosos, achavam-se superiores a quase todas as flores, mas admiravam as tulipas.

Desprezavam as papoilas e os girassóis só porque eram plantas selvagens, e também as flores da urze e das do tojo do pinhal que diziam que nem eram flores.

O único desgosto do gladíolo era não ser uma tulipa. Mas havia uma flor que ele detestava, era a flor do muguet que era uma flor pequenina e branca.

No segundo capítulo, um gladíolo que há pouco tempo tinha nascido, tinha muita inveja pelos gladíolos que tinham sido colhidos para uma festa. Ficou zangado por não ser colhido para uma festa.

Ao longo deste conto encontramos uma referência aos diferentes tipos de valores que são parte integrante da nossa sociedade. Para a sua abordagem, a autora recorreu às flores, enquanto “personagens” bem como ao rapaz de bronze (estátua do jardim).

Na verdade, o que mais se destaca destes valores são a verdade, o respeito, o diálogo e sobretudo os Direitos e os Deveres que cada um deve respeitar para ajudar a construir uma sociedade mais justa e tolerante.

Carolina Pinto n.º 1

Miguel Fonseca n.º 16

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