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Tulipa (Elegância)

As tulipas são originárias da Turquia e não da Holanda, como o senso comum leva a imaginar. Foram levadas para os Países Baixos em 1560 pelo botânico Conrad Von Gesner. O nome da flor foi inspirado na palavra turco-otomana tülbend, posteriormente afrancesada para tulipe, que originalmente significa turbante, considerando a forma da flor invertida.

Algumas referências defendem que as tulipas seriam originárias da China, de onde foram levadas para as montanhas do Cáucaso e para a Pérsia.

Chinesas ou turcas, o facto é que elas se transformaram numa paixão para os holandeses e essa paixão foi tanta que gerou até uma especulação financeira envolvendo os bolbos desta planta, chegando a ser a quarta maior fonte de renda do país, no que ficou conhecido como mania das tulipas (ou tulipamania). A área mais antiga de cultivo de tulipas nesse país é a que circunda a cidade de Lisse. Hoje, é a flor nacional da Turquia (é nativa lá) e do Irão.

 

Camélia (Perfeição)

Camellia é um género de plantas da família Theaceae que produzem as flores conhecidas como camélia (e em algumas regiões de Portugal como japoneira). O género camélia inclui muitas plantas ornamentais e a planta do chá.

O género foi descrito pelo naturalista sueco Carl von Linn na sua obra magna Species Plantarum, e assim designado em homenagem ao missionário jesuíta Georg Kamel. Algumas espécies deste género pertenciam ao género Thea, mas este epíteto foi sinonimizado com Camellia quando se observou que as Camellia e Thea não apresentavam qualquer diferença significativa entre si.

Esta planta apresenta cerca de 80 espécies nativas das florestas da Índia, Sudeste Asiático, China e Japão. São arbustos ou árvores de porte médio, com folhas coriáceas, escuras, lustrosas, com bordas serrilhadas ou denteadas. Apresentam flores vistosas, brancas, vermelhas, rosadas, matizadas, ou raramente amarelas, algumas tão grandes quanto a palma da mão de uma pessoa adulta, outras tão pequenas quanto uma moeda. Certas espécies exalam suave perfume. Os frutos são cápsulas globosas, que podem variar entre o tamanho de um amendoim ao de uma maçã, com cerca de 3 sementes esféricas.

 

Cravo  (União)

O cravo é uma planta herbácea, pertencente à família Caryophyllaceae, género Dianthus, que alcança até um metro de altura. As suas flores são denominadas cravos. Uma característica desta planta, além da forma peculiar de suas flores, é o caule direito, com várias ramificações. As flores apresentam muitas tonalidades, do branco ao vermelho, passando pelo amarelo e pelo rosa.

À mesma família das cariofiláceas, pertence a cravina ou cravo-bordado, cujas pétalas abundantes emergem do seu cálice verde e tubular. Nos trópicos a cravina só se reproduz em grandes altitudes. A espécie Dianthus fiambriatus, originária da Europa, é cultivada em grande escala na América do Sul.

Certas variedades exalam um aroma delicado, motivo pelo qual são utilizadas na fabricação de perfumes. Os cravos reproduzem-se por meio de sementes, e necessitam de solo quente, sem excessiva humidade.

 

Girassol (Força e Integridade)

Os girassóis são plantas originárias da América do Sul; cultivados pelos povos indígenas para alimentação.Um fóssil belissimamente preservado de uma flor de 50 milhões de anos atrás, parente ancestral do girassol e da margarida, foi encontrado na Argentina e sugere que essas plantas podem ter florescido pela primeira vez na América do Sul, disseram cientistas. Fósseis da família Asteraceae, ou aster, são difíceis de serem encontrados e a maioria é formada apenas por grãos de pólen. No entanto, cientistas argentinos encontraram um fóssil com duas inflorescências primitivas que apresentavam algumas características da família aster.

 

Gladíolo (A vitória)

Gladíolo é o nome comum das plantas bulbosas floríferas do género Gladiolus (do latim, diminuitivo de gladius, espada) da família iridaceae.

O género Gladiolus contém cerca de 260 espécies, das quais 250 são nativas da África subsariana, principalmente da África do Sul. Cerca de 10 espécies são nativas da Eurásia. Existem 160 espécies de gladíolos endémicos do sul da África e 76 da África tropical. As espécies variam desde muito pequenas até às espectaculares espigas de flores gigantes disponíveis no comércio.

São largamente cultivadas no mundo inteiro, por causa dos seus cachos altamente decorativos e que têm grande valor comercial.

 

Glicínias (Ternura)

A glicínia (wisteria sinensis) é uma planta trepadeira com flores de cor lilás e azul, em forma de cachos pendentes. Estas flores são também conhecidas pelo mesmo nome, glicínias. O crescimento das gilcínias é lento a moderado e pode levar anos para que se torne ao florescimento. Porém, tem uma grande longevidade, chegando a viver até 100 anos.

É muito adequada para cobrir arcos, pérgulas, portões e caramanchões, conferindo um ar romântico e nobre à paisagem. Por ser vigorosa não é indicada para estruturas de apoio frágeis. Também pode ser conduzida como arvoreta, que se caracteriza por um tronco ondulado e uma copa aplainada. É comumente utilizada para o plantio em vasos e formação de bonsai. A época de florescimento varia de acordo com o clima e a região onde está estabelecida.

 

Muguet (Felicidade)

Candidíase ou maio aftas (majalis Convallaria) é uma planta herbácea, de regiões temperadas, com flores na primavera, pequenas e brancas, aglomerados forma de sinos muito perfumadas. É uma planta tóxica. Na zona temperada Europeia, floresta, onde a sua presença é natural, seria (com pervinca) um bom bioindicador da antiguidade e da naturalidade da floresta.

Segundo a classificação tradicional, é parte da família Liliaceae.

De acordo com a classificação filogenética, é parte da família Ruscaceae ou Asparagaceae (que havia colocado primeiro na família Convallariaceae).

 

Nardo (Tranquilidade)

O Nardo Botânica. Gramínea comum nos prados.

Perfume extraído de uma valerianácea, o nardo-da-índia.

 

Orquídea (Perfeição)

Orquídeas são todas as plantas que compõem a família Orchidaceae, pertencente à ordem Asparagales, uma das maiores famílias de plantas existentes. Apresentam muitíssimas e variadas formas, cores e tamanhos e existem em todos os continentes, exceto na Antártida, predominando nas áreas tropicais. Majoritariamente epífitas, as orquídeas crescem sobre as árvores, usando-as somente como apoio para buscar luz; não são plantas parasitas, nutrindo-se apenas de material em decomposição que cai das árvores e acumula-se ao emaranhar-se em suas raízes. Elas encontram muitas formas de reprodução: na natureza, principalmente pela dispersão das sementes mas em cultivo pela divisão de touceiras, semeadura invitro ou meristemagem.

 

Papoila (Fertilidade e sonho)

A papoila ou papoula é uma flor da família das Papaveraceae, abundante no hemisfério norte, cultivada para ornamento, ópio ou comida.

Com relação à sua reprodução, o ovário da papoila localiza-se acima do receptáculo inserindo-se os estames e pétalas abaixo dele.

Nota: Apenas foi feita uma pequena pesquisa sobre algumas flores referidas no conto.

Neste livro, os sentimentos sobressaem. Os gladíolos são muito vaidosos, achavam-se superiores a quase todas as flores, mas admiravam as tulipas.

Desprezavam as papoilas e os girassóis só porque eram plantas selvagens, e também as flores da urze e das do tojo do pinhal que diziam que nem eram flores.

O único desgosto do gladíolo era não ser uma tulipa. Mas havia uma flor que ele detestava, era a flor do muguet que era uma flor pequenina e branca.

No segundo capítulo, um gladíolo que há pouco tempo tinha nascido, tinha muita inveja pelos gladíolos que tinham sido colhidos para uma festa. Ficou zangado por não ser colhido para uma festa.

Ao longo deste conto encontramos uma referência aos diferentes tipos de valores que são parte integrante da nossa sociedade. Para a sua abordagem, a autora recorreu às flores, enquanto “personagens” bem como ao rapaz de bronze (estátua do jardim).

Na verdade, o que mais se destaca destes valores são a verdade, o respeito, o diálogo e sobretudo os Direitos e os Deveres que cada um deve respeitar para ajudar a construir uma sociedade mais justa e tolerante.

Carolina Pinto n.º 1

Miguel Fonseca n.º 16

Numa noite escura, um rouxinol começou a cantar em frente da janela de Florinda.

A Florinda saiu da cama e veio ter com o rouxinol.

O Rapaz de Bronze também estava lá, e perguntou-lhe se queria ir à festa das flores.

Ela aceitou.

Mais tarde, foram os dois para a festa.

O Rapaz de Bronze mostrou à Florinda o lugar onde iria ficar à noite – numa jarra de pedra.

Florinda achou estranho ficar sentada na jarra de pedra, mas não se importou!

Por fim começou a festa. Os animais começaram a cantar. Logo a seguir começaram a chegar as flores.

A Florinda, se fosse uma flor, queria ser a flor do Muget, por estar escondida na erva dentro de duas folhas verdes.

Florinda estava a adorar a festa.

Mais tarde ouviram o galo que estava a anunciar o dia.

As flores começaram a ir para os seus canteiros.

Quando Florinda foi para a escola, contou aos seus colegas a sua noite na festa com as flores. Mas os colegas não acreditaram, e Florinda começou a achar que tinha sido tudo um sonho.

Passados uns anos, quando Florinda tinha 15 anos, foi até ao jardim e o Rapaz de Bronze perguntou-lhe se ainda se lembrava da noite da festa.

Florinda respondeu que ainda se lembrava de tudo, mas pensava que tudo tinha sido um sonho.

Florinda achou estranho o Rapaz de bronze ganhar vida; ele explicou que, de noite, ele e as flores ganhavam vida.

Ana Margarida, n.º 2

Diogo Fonseca, n.º 4

Ismael Teixeira, n.º 6

O Gladíolo chamou três borboletas e disse-lhes para levarem um recado à Tulipa, ao Cravo e à Rosa. Esse recado consistia no seguinte: ia realizar-se uma festa, e elas faziam parte da Comissão Organizadora; nessa noite deveriam vir ter com ele ao jardim do Rapaz de Bronze.

As borboletas lá foram levar o recado à Tulipa, ao Cravo e à Rosa, apesar de pelo caminho irem poisando em muitas outras flores que queriam saber a nova notícia. Passado pouco tempo todo o jardim se encheu de rumores e conversas.

Quando as borboletas disseram à Tulipa, ao Cravo e à Rosa elas aceitaram e disseram que estariam no jardim do Rapaz de Bronze.

O dia do Gladíolo foi muito mau, pois todas as flores reclamavam com ele: umas por causa de não fazerem parte dessa comissão e outras para saberem se iam ser convidadas.

Quando anoiteceu, o Gladíolo foi ter ao jardim do Rapaz de Bronze e chamou pelo vento mas ele não apareceu, porque tinha ido viajar. O Gladíolo foi o primeiro a chegar; logo a seguir chegaram o Cravo e a Rosa, depois a Orquídea e a Begónia; de repente deram conta que ainda faltava a Tulipa e ainda pensaram que as borboletas tinham feito confusão mas entretanto ela chegou.

Começaram a discutir quem é que ia ser convidado para a festa.

Logo repararam que tinham de decidir o lugar da festa e depois de algum diálogo decidiram que seria na Clareira dos Plátanos.

O terceiro ponto a combinar era a orquestra, que seria composta por rãs, cucos, pica-paus, rouxinóis, melros, moscardos e sapos-tambores.

Depois viram uma jarra vazia e acharam que uma jarra vazia não fazia muito sentido. Decidiram então que tinham de pôr lá uma pessoa, linda como uma flor. Depois de muito pensarem, decidiram que seria uma menina chamada Florinda, a filha do jardineiro.

Estavam todos de acordo em chamarem a Florinda.

Jorge Coelho, n.º 7

Mariana Dias, n.º 13

É-nos contado que nascera um gladíolo ainda mais mundano que todos os outros e que o seu único desejo era ser colhido pelo jardineiro para ser colocado nas jarras que enfeitavam as salas das festas que a dona da casa costumava dar.

Quando descobriu que tão cedo não iria ser cortado pois a sua dona já estava farta de ver gladíolos em todas as festas a que ia, o seu coração ficou cheio de pena de não ter sido colhido.

Depois de espreitar a festa que decorria na casa dos seus donos sentado entre as folhas dos ramos de um Carvalho, de saber informações sobre alguns dos convidados e depois de a festa ter terminado, decidiu dar, à noite, uma festa de flores igual às festas das pessoas. Aconselhado pelo Carvalho, teve de pedir licença ao Rapaz de Bronze para realizar essa festa.

O Rapaz de Bronze era uma estátua que de dia não se mexia mas que à noite falava, caminhava e dançava. Era o rei do jardim e da noite, o senhor dos parques, do pinhal, dos pomares e do campo e, todas as árvores, animais e plantas lhe obedeciam. O Rapaz de Bronze acabou por autorizar a realização da festa duas noites depois, porque, apesar de pensar que tudo era uma festa para ele e todos no jardim, viu que o Gladíolo estava muito triste e teve pena dele.

Depois de ter autorização do Rapaz de Bronze, o Gladíolo, ao colo do vento, foi ter com as flores da estufa e os três – Gladíolo, Begónia e Orquídea – discutiram muito para saber quem deveria fazer parte da Comissão Organizadora do Grande Baile de Flores – eles os três, a Tulipa, o Cravo e a Rosa.

Guilherme Morgado, n.º 5

Mariana Nobre, n.º 14

Sara Mateus, n.º 19

Neste capítulo fala-se de algumas flores e entre elas o Gladíolo. Esta flor acha-se muito superior a todas as outras flores.

Os Gladíolos desprezam as Papoilas e os girassóis só por serem flores selvagens. Desprezam também as rosas e os cravos: as rosas porque são flores sentimentais e fora de moda e os cravos porque cheiram a dentista.

Das flores da urze e do tojo do pinhal, dizem que nem flores são.

As flores que os Gladíolos realmente detestam são a flor do Muget porque são flores escondidas.

Admiram as Camélias.

Mas, as flores por quem os Gladíolos sentem realmente consideração são as flores estrangeiras de estufa.

 

Rita Cardoso n.º 3

Leandro Paiva n.º 9

Sandro Mimoso n.º 18

Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu no Porto no dia 6 de Novembro de 1919.

Foi uma autora/poetisa muito importante e conhecida no século XX."Sophia de Mello Breyner

Foi a primeira mulher em Portugal a receber ”O Prémio Camões” que era o mais importante prémio da língua portuguesa.

Depois de se casar com o advogado e jornalista Francisco Sousa Tavares, começou a viver com ele em Lisboa, começando a dedicar-se à poesia e à actividade cívica. Começou a escrever livros infantis porque não gostava dos livros que comprava aos filhos.

Tendo lutado muito notoriamente contra o regime de Salazar, a sua poesia ergue-se como a voz da liberdade, especialmente em “O Livro Sexto”. Foi sócia e fundadora da “Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos”. A sua intervenção cívica foi uma constante, mesmo após a Revolução dos Cravos em 25 de Abril de 1974, tendo sido Deputada à Assembleia Constituinte pelo Partido Socialista.

Sophia de Mello Breyner denota na sua linguagem poética que, para além da sua paixão pela cultura Grega e a sua sólida cultura clássica e a pureza e a transparência da palavra na sua relação da linguagem com as coisas.

Sophia é ainda tradutora para português de obras de Claudel, Dante, Shakespeare e Eurípedes, tendo sido condecorada pelo governo italiano pela sua tradução de “O Purgatório”.

Sophia morreu em Lisboa no dia 2 de Julho de 2004.

Bibliografia:

* O Rapaz de Bronze (em 1956)

* A Menina do Mar e a Fada Oriana (em 1958)

* A Noite de Natal (em 1960)

* O Cavaleiro da Dinamarca (em 1964)

* A Floresta (em 1968)

* O Tesouro (em 1978)

* A Árvore (em 1985)

Mariana Cardoso n.º 15

José Miguel n.º 8

Madalena Pereira n.º 10

Sophia de Melo Breyner Andresen (Porto, 6 de Novembro de 1919 — Lisboa, 2 de Julho de 2004) foi uma das mais importantes poetisas portuguesas do século XX. Foi a primeira mulher portuguesa a receber o mais importante galardão literário da língua portuguesa, o Prémio Camões, em 1999.

Sophia De Mello Breyner nasceu no Porto em 6 de Novembro de 1919. Era filha de João Henrique Andresen – de ascendência Dinamarquesa – e de Maria Amélia de Mello Breyner.

Sophia naquele tempo escrevia-se com ph, porque tem origem grega. Em Grego, «sophia» quer dizer «sabedoria», e muita gente diz que esse nome sempre foi perfeito para alguém como ela.

Sophia pertencia a uma família nobre. Cresceu no Porto, numa grande casa, no meio de uma enorme quinta onde havia muitas árvores, pomares e jardins com belas roseiras e camélias que floresciam em Novembro.

A quinta ficava num lugar chamado Campo Alegre e, hoje, transformou-se no Jardim Botânico do Porto.

Durante as férias de Verão Sophia ia com a família para a Granja, uma praia que fica perto do Porto.

Estudou no Colégio do Sagrado Coração de Maria, no Porto, e depois foi para a Faculdade de Letras de Lisboa, onde começou o Curso de Clássicas, mas não o chegando a concluir.

Aos 25 anos publicou o seu primeiro livro de poemas, com um título muito simples – Poesia.

Em 1946 casou com Francisco Sousa Tavares de quem teve cinco filhos: a Maria, O Miguel, a Isabel, a Sofia e o Xavier. Viviam em Lisboa, numa casa do bairro da Graça, e foi quando os filhos eram pequenos que Sophia decidiu inventar histórias para lhes contar.

Sophia escreveu muitos livros destinados às crianças, como A Menina do Mar, A Fada Oriana, A Noite de Natal, O Cavaleiro da Dinamarca, O Rapaz de Bronze ou A Floresta.

Sophia continuou sempre a escrever histórias para crianças, mas também poemas e contos para adultos. Para ela, o mais importante era que as pessoas soubessem ser justas e distinguissem o bem e o mal. Em tudo o que fazia procurava sempre combater a injustiça e a maldade.

Sempre gostou muito de jardins e bosques, que para ela correspondiam a espaços mágicos. O seu amor pelas flores era tão forte que, em certas alturas, chegava a comer rosas, mastigando-as.

A História de O Rapaz de Bronze passa-se num belo jardim, onde as protagonistas são as próprias flores.

Era uma mulher interessada pelo mundo e gostava muito de viajar. De todos os países, o que mais lhe agradava era a Grécia, porque admirava a cultura grega e a paisagem do Mar Mediterrâneo, com as suas ilhas cheias de história.

Até ao fim da sua vida, Sophia continuou sempre a escrever, rodeada pela sua grande família, com netos que adoravam aquela avó um pouco distraída e cheia de histórias para lhes contar.

Sophia morreu no dia 2 de Julho de 2004, aos oitenta e quatro anos, mas continua viva para todos os que lêem as suas histórias e poemas.